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... algures na costa portuguesa mesmo a sul da foz do rio Mondego. Era, como se dizia então, um bom pesqueiro. Havia fartura de pescado e as artes, ainda novas e de não fácil manuseio, vinham carregadas até á vergueira de espécies saltitantes e ...
corda01
Quarta-feira, 29 de Dezembro de 2010

O dinheiro e a humanidade

 

Ontem, acompanhando um familiar ao hospital, dei comigo a ler o jornal, matando o tempo no tempo em que decorrem os exames auxiliares de diagnóstico.

Sempre são duas horas que  dão, de sobra e à medida que se observa o ambiente circundante, para pôr a leitura em dia.

Uma leitura não muito concentrada, antes ligeira e de passagem, pela rama.

 

Eis que, de repente, um pequeno texto me sobressalta, prende-me e afunila a atenção ao ponto de sacar da caneta e num circulo o ressalvar.

 

Alguém que não conheço, assinando  Pedro Tadeu, escreve, a propósito dos desejos que não teria a ousadia de pedir neste fim de ano, assim:

 

"O desejo que todo o dinheiro seja considerado uma riqueza comum, finita, e, por isso, independentemente de quem é circunstancialmente seu proprietário, todos sejam obrigados a prestar contas públicas sobre o dinheiro que conseguiram obter."

 

Isto, dito assim, à primeira leitura, parece trivial e sem importância alguma.

 

Mas tem e muita!

 

Olhando fundo, bem lá no fundo, esta frase encerra o embrião de uma nova utopia:

 

- Considerar o dinheiro Património Universal da Humanidade.

 

Se, por utópico, assim fosse tentem imaginar o Mundo e  por inerência a humanidade sem "Offshores", "Paraísos Fiscais", "Zonas Francas",  "Bandeiras de Conveniência", "a velha e obscura banca suiça" e "Economias Paralelas".

 

Imaginem ainda, no que à economia paralela diz respeito, o universo e a paleta de interesses onde ela grassa e pulula!

 

 

publicado por João Pita às 21:39
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.João Pita