.pesquisar

 

.arquivos

.posts recentes

. ALei dos sentidos

. Artes do Futuro

. Tens os Olhos de Deus

. Agora Nunca é Tarde

. Os dois pretitos da minha...

. Ultimatum

. A noite Alastra

. Naufrágio do navio-motor ...

. Terra, Vida, Saber, Ser.

. Negrume de fogo

. Aventais Bordados

. Mulheres do mar.

. Quem és tu?

. República

. Dia mundial do sorriso

. População em sobressalto

. Panama Papers

. Mãe

. O vento sopra do Sul

. Retimbrar Voa Pé (cá fora...

. Jealous whores

. Acorda, Humanidade!

. Crise, qual crise?

. Aluguei o sótão a um inqu...

. High Hopes

. Vermelho Erectus ...

. Jesus Christ Superstar - ...

. Sem à dita de Aquiles ter...

. Ser ou não ser

. Novo endereço

. Led Zeppelin

. Poesia de Eunice Pimentel

. E o jornalismo de investi...

. Mondego

. Homens à Beira-Mar

. Ser decente

. Balada astral

. Dez réis de esperança

. Morreu Nelson Mandela

. O Associativismo

. Walk on the Wild Side (in...

. AbraMia

. Sua solidão nos fosse can...

. Isto é sempre o mesmo ......

. O ser emocional ...

. Hilotas e periecos

. Criança balança na pança ...

. The Loner

. Fado Loucura

. A melodia dos Deuses

.Novembro 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
20
21
22
23
25
26
27
28
29
30

.Pescadores, Cédulas marítimas

.tags

. todas as tags

painel06
... algures na costa portuguesa mesmo a sul da foz do rio Mondego. Era, como se dizia então, um bom pesqueiro. Havia fartura de pescado e as artes, ainda novas e de não fácil manuseio, vinham carregadas até á vergueira de espécies saltitantes e ...
corda01
Domingo, 21 de Dezembro de 2008

A poesia de Adriano Alcantâra

 

A visita do poeta de África e do mundo, que proclama "a utopia de olhos escancarados", ao nosso -  menino de áfrica, - foi um previlégio.

Aqui partilhamos o presente que, na sua humilde grandeza, nos ofertou.

 

Obrigado, Adriano Alcantâra.  

 

 

A TORTO DIREITO


Sussurram tempos e contrariedades,
caem dias a torto e a direito.
Fica quem tudo a eito leva,
e não quem de todo a nada chega.
Escondo-me atrás de mim
e vejo-me tinto no copo,
do olhar do mundo afastado.
Olho-me e ouço as cousas ficarem
no fluir de um sussurro, no osso
de um momento, teus lábios
fugidios na ponta da noite além
onde me aconchego e escondo,
torto em sábios dias aí tecidos,
aqui direito em nós de luz.


Adriano Alcântara



Novembro quente, água-pé na mente. 2007

 

 

publicado por João Pita às 02:24
link do post | comentar | favorito
1 comentário:
De adriano a 27 de Janeiro de 2009 às 00:03
Privilégio foi ler-me aqui acolhido, no Cova d'Oiro.
Mas eu sou mafarrido, nado e criado em Mafra. Andei por Moçambique, é certo. E parte de mim está lá, tal como parte de lá ficou comigo.
Obrigado, amigo João Pita.

Comentar post

Caravela Sagres St MManuela e Creoula

.João Pita