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... algures na costa portuguesa mesmo a sul da foz do rio Mondego. Era, como se dizia então, um bom pesqueiro. Havia fartura de pescado e as artes, ainda novas e de não fácil manuseio, vinham carregadas até á vergueira de espécies saltitantes e ...
corda01
Quarta-feira, 8 de Julho de 2015

Crise, qual crise?

Isto do dinheiro tem muito que se lhe diga.
Como coisa, matéria, substância que é desloca-se, escorre, flui, esvai-se; quando falta deste lado escorre para o outro.
É como as marés; preia-mar deste lado, vaza do outro.
A informação que nos chega é sempre parcelar, parcial, interesseira e redutora, confinada ao nosso espaço, permitindo só uma única visão: A nossa crise! (neste caso Grega).
Só nos impingem a necessidade e obrigação de poupar.
Sonegam-nos a noção do TODO e é aí que reside o verdadeiro interesse em perpetuar a crise: O LUCRO, alarve e criminoso, de alguns, à custa da miséria de muitos.
Ah..., depois temos a incompetência dos minorcas da politica.
Para não falar nos outros que confundem a avidez pessoal com o interesse publico. Parecem gado em transumância sempre à procura do pasto mais verde.
Satisfazem-se em acumular cargos, ser ministros, presidentes disto concelhio e daquilo, vereadores, deputados da Nação e, ou, da União.
Ponham os olhos e os ouvidos nos Varoufakis deste mundo, minorcas!
São eles, os Varoufakis deste mundo, que ficam na História porque visionários estrategas empenhados em resolver as coisas em que acreditam.
Vocês, minorcas, limitar-vos-eis a pastar os prados verdes que os donos da crise vos ofertarão e ofertarão ...
E a indignidade é que vós, minorcas, nem sequer reparais nos baldios que vão secando ao vosso redor, ocupados que estais no vosso degustar, degustar ... 

 

 

publicado por João Pita às 00:20
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.João Pita