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Cova d'oiro

... algures na costa portuguesa mesmo a sul da foz do rio Mondego. Era, como se dizia então, um bom pesqueiro. Havia fartura de pescado e as artes, ainda novas e de não fácil manuseio, vinham carregadas até á vergueira

Cova d'oiro

... algures na costa portuguesa mesmo a sul da foz do rio Mondego. Era, como se dizia então, um bom pesqueiro. Havia fartura de pescado e as artes, ainda novas e de não fácil manuseio, vinham carregadas até á vergueira

corda01

Negrume de fogo

Negrume de fogo

Pairam vampiros negros, alados
Rolam negrumes de cinza em desnorte.
Línguas, labaredas, troncos tisnados.
Chiam arrepiantes leteias serpentes
Escarnindo uivos de anunciada morte.
Preces de angústia, impotente agonia.

Do limbo negro do telúrico inferno
Tisnados emergem, arrastando o caminhar
Anjos da paz de vermelho e negro vestidos.
Ombros caídos, ansioso e lívido olhar
Lágrimas secas cavam nas rugas leito,
Arfando angústia em dorido peito.

… pó da terra.
País sem norte!

Globalização de fogo ávido de ter
Devora queima, assa, mata e torra.
Monstro acéfalo e disforme.
Utopia, precisa-se!!!
Volte o verde, azul e fresco
Volte o Homem e a Natureza

(Outubro negro, 2017)
JPita

Diabo na Cruz - Malhão 3.0

Para continuar a ver carregue aqui: https://www.facebook.com/jmppita/posts/pfbid02g1DPV24mBqdajtBNiaYLQq5LxPHxHkLaXtuEgHLsPo7PpKK4SRbjs8mgktowqwDml

MALHÃO 3.0
"Põe a grade bem no cimo da geleira O cadeado no cofre de madeira E vem dançar Vai começar Deita em água uma mão de feijão verde Pimentão, salsa e louro no borrego Deixa a apurar E põe-te a andar Se compravas, põe à venda Se arrendavas, sub-arrenda Flash em off Posta a foto Faz negócio E anda lá daí pra fora Chegou a hora Já não há saco p’ra tensões Peritos, magos e vilões Toda a gente A ver se mete O alfinete Em forma de comentário Incendiário Olha as luzes na praça E a populaça Toda em pulgas p’ra cantar Vem comprovar Ver para crer Bailar até cair pró lado Esquece o jantar ‘Bora a correr Hoje a festa é do Diabo E meio gás não serve Só calor e entrega em noites ávidas Rebelião de febre Bombos, suor e lágrimas Traz a avó, a cunhada e o gaiato Deixa o shot de aventuras para o chato Que quis faltar Pode ajudar Toca a andar, pernas para que te quero Burricada, Malhão 3.0 É aguentar E vira o par O Circo lá esgotou O bom senso extraviou A solução É onda de invasão Da Galiza ao Sotavento Repovoamento! E não é que pelos vistos Vem aí o apocalipse Tu queres ver Que chatice Não há realista Que ature a realidade Haja piedade! Olha as luzes na praça E a populaça Toda em pulgas p’a cantar Vem comprovar Ver para crer Bailar até cair pró lado Esquece o jantar ‘Bora a correr Hoje a festa é do Diabo E meio gás não serve Só calor e entrega em noites ávidas Rebelião de febre Bombos, suor e lágrimas."
Não, não é erro. Decifra!

Human Tower

No filme da humanidade ninguem lá vai sozinho.
Um por todos todos por um.

HUMAN's Musics - A film by Yann Arthus-Bertrand / Composed by Armand Amar
Castells - Human Tower Spain
Orchestra The City of Pague Philarmonic
Piano: Julien Carton

O Calão no Linguajar dos Ilhos

20220811_123658WEB (1).jpg

Um enorme abraço de gratidão por esta prenda, amigo Senos Fonseca.
Prometo embrenhar-me, enlear-me neste seu livro que tanto, a nós covagalenses, também, diz.
Permita que lhe ofereça um pequeno poema, em memória dos meninos que, aos 16 anos de idade, pela mão de seus pais e avós, embarcavam para o bacalhau.
 
16 anos de idade, moço e pescador
 
Tanto mar, tanto ar, tanto medo
Tanto frio, tanto nada, tanto gelo!
O que é que faço aqui?
Neste norte branco, neste vento.
Neste mundo, branca névoa.
Nesta bruma,
Nesta escuna
Neste bote, neste dóri.
Madeiro leve e lasso.
Nestas ondas deste mar
Do norte frio e de morte.
O que é que eu faço,
Que é que eu faço?
Quero fugir!
Fugir da ditadura
Da surriada, do trole, bacalhau
Da isca, da linha, zagaia e pingalim.
Este gelo corta como aço
Que tanto tortura, tanto dura.
O que é que eu faço,
Que é que eu faço?
O que é que faço aqui?
Neste norte branco, neste vento.
Neste mundo, branca névoa
Nesta bruma,
Nesta escuna
Neste bote, neste dóri
Madeiro, leve e lasso.
Nestas ondas deste mar
Do norte frio e de morte.
O que é que eu faço,
Que é que eu faço?

Caminho comunitário

Caminho-comunitárioWEB (1).jpg

Caminho comunitário calcorreado por séculos de passos de gente e dos tempos.
Vem do tempo da fundação e tão antigo é que se confunde com o inicio de nós, sim, nós do colectivo e da comuna onde o eu singular cabe, mas não impera.
Aqui não mora o eu, je, I, io, mi proclamativo oco e vazio.
Aqui mora o nós já vivido, o nós que passa e o outro nós que por aqui passará.
A natureza disso dá testemunho entrelaçando, qual abraço, o trabalho do homem comum bordado em rude burel austero, verdadeiro.

Guilherme Piló - Homens sem Coração.

Programa Cristina Convida na TVI em 21 de Outubro de 2021.
Sei que corro o risco de ser castigado por violação de direitos de autor ao gravar e divulgar este vídeo.
Ele pertence, repito, à TVI, mas o prazer, a emoção e o respeito que merece este testemunho de Guilherme Piló, autor do livro “Homens sem coração”, supera o risco, o receio e é muito maior que o usufruto de qualquer rede social.

Andorinhas - Ana Moura

 

Passo os meus dias em longas filas

Em aldeias, vilas e cidades

As andorinhas é que são rainhas

A voar as linhas da liberdade

Eu quero tirar os pés do chão

Quero voar daqui p'ra fora e ir embora de avião

E só voltar um dia

Vou pôr a mala no porão

Saborear a primavera numa espera e na estação

Um dia disse uma andorinha

Filha, o mundo gira, usa a brisa a teu favor

A vida diz mentiras

Mas o sol avisa antes de se pôr

Eu quero tirar os pés do chão

Quero voar daqui p'ra fora e ir embora de avião

E só voltar um dia

Vou pôr a mala no porão

Saborear a primavera numa espera e na estação

Já a minha mãe dizia

Solta as asas, volta as costas

Sê forte, avança p'ra o mar

Sobe encostas, faz apostas

Na sorte e não no azar

 

Impact

A erosão costeira a sul da foz do rio Mondego e o enorme impacto que vai tendo na vida e bens das pessoas que vivem junto ao mar na povoação Cova-Gala.

.... .- ...- . / -- . .-. -.-. -.-- Have Mercy

A erosão costeira a sul da foz do rio mondego.
Três meses depois, passado que foi o período mais intenso e rigoroso do inverno, o problema gigantesco com que nos deparamos há décadas, piorou.
Piorou e muito, pois o mar continua na sua função reguladora ambiental planetária.
O degelo continua, aliás, agrava-se a cada dia que passa e o planeta continua impávido a respirar a sua própria natureza e a viver a seu ritmo que não tem nada a haver com o nosso, minorcas parasitas que vivemos a ele alapados.
Pois, falemos da poluição, sim, falemos e falemos também das obras locais reguladoras do desaguar das águas do Mondego e -  parasitas que somos - sem levar em atenção o que a natureza determina.
Sim, falemos da inépcia e, também, do serôdio e aviltante aproveitamento politico de oportunistas de ocasião, que tudo e todos põem em causa (menos, claro, a família e amigalhaços) e erguem canetas e dedos acusadores, quais juízes déspotas e prepotentes donos de todas as verdades tidas como absolutas.
Ok, falemos, ainda, dos pseudo engenheiros, doutores e tecnócratas de variada índole e valência técnica, que tudo sabem e para tudo têm solução e remédio. Eles são os paredões verticais, eles são os quebra-mares paralelos à costa submersos ou não, eles são os diversos tipos de by-pass de areias, eles são isto aquilo e aqueloutro.
Ah!
Ia-me esquecendo dos que tecem meças e lutas de alecrim e mangerona, erguendo argumentos de que encontraram a solução primeiro que tu, eu, ele e todos os outros. Parecem meninos a comparar e medir; a minha é maior que a tua... ou, a minha foi primeiro que a tua.
Ah!
E, depois, ainda, os políticos emergentes, quais salvadores da pátria, armados em "portugueses de bem" a lançar medidas de salvação nacional como se, à sua volta, não vivesse ninguém que fosse legítimo dono de alguns neurónios funcionais. Eles aparecem dissimulados de cidadãos interessados e comprometidos com causas e métodos tidos por "de elite" e que deve agradar a todos os demais da populaça tida como amorfa e acomodada.
Pasmem, ó minha gente, (que não são os "portugueses de bem") é como se o mundo tivesse começado a existir somente após a sua chegada e, o mais grave, é que eles acreditam mesmo nisso.
Falta falar nos figueirinhas que, há seculos, pensam que a Figueira vive à volta do casino e bairro novo e que o rio divide.
Acordem! Pensem na culpa que vos cabe por a Figueira continuar na sua triste condição de aldeia circundada por um imenso triângulo de cidades vivas e pujantes. 


Texto de ficção, ou talvez não

Novo-Cabedelo-em-construçãoWEB.jpg

*Este cabedelo moderno, arejado e democrático não pode, não deve ter donos.*
*Deve ser de todos e para todos.*
 
Continuo na minha; cabedelo ao abandono é burrice!
Já lá vão muitos anos, mas continuo na minha; cabedelo ao abandono é burrice e foi-o durante muitas décadas, esteve sempre ao abandono apesar da sua esplendorosa natureza que é ser a faixa de areia na foz de um rio, o mondego, mas, neste caso, ... do lado de lá.
Pois, pois é, do lado de cá.
Do lado de cá; quiçá a maior e mais relevante razão do seu abandono.
Mas deixemos lá isso.
Vamos ao que importa que é aplaudir o projeto de arranjo e modernização do Cabedelo.
Podemos discordar se isto ou aquilo está bem, menos bem, ou, assim assim, mas aplaudimos a intervenção no cabedelo no seu todo porque, em ultima instância, o abandono é sempre o derradeiro estágio e disso já tivemos e vivemos demasiado tempo.
Este projeto contempla a preservação e consolidação dunar, o pedoneio controlado, espaços verdes, estacionamentos organizados, circulação de veículos, atividades lúdicas, desportivas, de lazer e principalmente o fruir magnifico das praias.
Contempla, portanto, a atividade humana nos seus diversos fatores, incluso a comercial, a ocupação controlada e em segurança das crianças em espaços apropriados.
E conta com o surf, atividade rainha e predominante do cabedelo, diversificado pelas suas vertentes; desportiva, lazer, escolar, formativa e comercial.
Este cabedelo moderno, arejado e democrático (porque o abandono é sempre ditatorial e austero) pode e deve comportar um espaço de campismo onde as pessoas possam usufruir das belezas deste magnifico cabedelo, por pequenos períodos de tempo de verdadeiras férias.
Este cabedelo moderno, arejado e democrático não pode, não deve ter donos.
Deve ser de todos e para todos.
Não pode ter - e ser - um parque habitacional de segunda habitação com vista magnifica para o Atlântico (qual Filé Mignon), gozando de privilégios caducos e obsoletos e com uma distribuição de espaços que roça - perdoar-me-ão o exagero - o conceito de "usucapião".
Escalpelizando esta do "usucapião" em termos de ocupação de "alguns" alvéolos diremos que, começando em 1985 e somando os necessários vinte anos de uso não registado, o mesmo já vai em quase trinta anos.
E, depois, ainda, temos o meu amigo António que se dirigiu para lá com a sua autocaravana e pediu uma semanita, em alvéolo virado para o mar sobre o molhe sul.
A reposta que recebeu foi que tal não era possível pois já estava tudo ocupado há bbbuuuéééé de tempo e, questionado o funcionário, como era ainda jovem, não foi capaz de dizer desde quando.

*Este cabedelo moderno, arejado e democrático não pode, não deve ter donos.*
*Deve ser de todos e para todos.*

 

menino da vida e do sonho

Eu sou um menino do ar do ventoMenino da vida e sonho_imagem (3).jpg
navegando nas asas do pensamento
embalado pelo sopro brando do vento
aos píncaros da alegria e do sofrimento
em vagas de dor e de contentamento.

Eu sou um menino da vaga e da espuma
deste mar onde navego e se esfuma
toda a esperança alojada em escuma
fugaz efémera volátil leveza de pluma
como sopro alado de quem “suruma”.

Eu sou um menino do pó e do caminho
que vai andando deambulando sozinho
e tropeçando nas veredas em desalinho
procura incessante as origens do ninho
que dê nome valor e algum pergaminho.

Eu sou um menino da maresia e do sal
espantado pelo profícuo povo que tal
gente determinou ser única e original
ao ponto de a partir da pia batismal
nome tomar por seu a bravura matricial

Eu sou um menino das dunas e da areia
bebeu água de poços dos quintais da aldeia
e já navegava na ideia de na maré cheia
nas vagas do mar encontrar a sereia
sua eterna onírica e plebeia Dulcineia.

Eu sou um menino do rio e do mar
qual gigante navegou mares de Zanzibar.
de aqui ali e acolá em eterno vaguear
sulcou oceanos não sabendo sequer sonhar
um dia no atlântico norte e frio naufragar.

Eu sou um menino da vida e do sonho.
                                                           suponho
                                                           risonho
                                                           tristonho
                                                           Medronho.


João Pita
2020-08-23

Reflexão II

Tempos velhos, tempos novos.


Em 17 de Abril, escrevi isto:
"João Pita
17 de Abril às 18:11 ·
"Agora, com o terceiro período do Estado de Emergência aprovado e no seu enquadramento não ter sido proibido (e bem) o direito de manifestação no 1º de Maio, dia do trabalhador, que magnífica manifestação de LIBERDADE seria os trabalhadores decidirem NÃO se manifestarem publicamente em ajuntamentos desnecessários e despropositados.
Honraria o supremo legado de liberdade e responsabilidade democrática que foi conseguido no dia - "generoso e justo" - 25 de Abril de 1974 e que vai ser devidamente relembrado e comemorado na casa da democracia já daqui a oito dias.
E honraria também o supremo sacrifício de todos aqueles que, no pleno exercício do seu trabalho, correm riscos salvando outros e garantindo a todos as necessárias condições de segurança e saúde.
Honraria, ainda, a liberdade individual de assumir que a liberdade democrática coletiva é um valor maior e pelo qual todos os verdadeiros democratas pugnam."

Hoje, dois dias depois das comemorações do 1º de Maio, dia do trabalhador, sinto muito, tenho pena, mas não posso deixar de afirmar que a CGTP não soube entender o momento por que passamos enquanto povo, nem entender o elevadíssimo papel que os trabalhadores protagonizam na nação em geral mas, neste momento em particular.
E, dito isto, o meu pensamento vai para os médicos, enfermeiros, maqueiros, administrativos, pessoal da limpeza e higienização, nos hospitais. Bombeiros, policias, seguranças, proteção civil, professores, pessoal camarário, pessoal das juntas de freguesia, pessoal tratador do lixo e da segregação de resíduos, trabalhadores da indústria, construção civil, comerciantes, nas ruas e no seio de nós privilegiados por não estarmos infetados, nas famílias e tratando daqueles que nem família têm e nas ruas têm o seu confinamento.
Todos, sendo trabalhadores, assumiram o seu papel, apesar da incerteza e dos seus medos que só a cada um cabe medir o tamanho e intensidade.
A CGTP, este ano, nestas condições, não soube entender o legado daqueles que em 1884 e depois em 1886 lutaram - e se lutaram - por, dito de forma simples e resumida, uma jornada de trabalho de oito horas.
Naquele tempo houve trabalhadores mortos, outros condenados à forca de imediato sem provas, outros cometeram suicídio na prisão e, ainda, outros foram enforcados já decorria o ano de 1887. (aqui está o motivo pelo qual o termo, Black Friday, tão usado atualmente e por motivos puramente de alienação comercial me mete nojo!
Por tudo isto considero que a CGTP não soube atuar com elevação e sabedoria e escolheu comemorar o dia do trabalhador de forma vulgar.
Ok, cumpriram as regras?, tentaram cumprir as regras, mas não souberam entender os tempos nem a magnitude dos sinais.
Foram vulgares, legal e simplesmente vulgares.
Foi pena, os trabalhadores mereciam mais!

Reflexão

Tempos novos … tempos velhos

Fiz um comentário numa página de um amigo que, acho, deve ser publicado aqui.
Zé, amigo, tu sabes o que penso em relação a este tipo. Há já muito tempo que existe uma pequeníssima parte da população que quer mudar isto tudo. Eles estão apostados em mostrar que este regime democrático, pluralista e contributivo é um erro e que é preciso mudar.
Quem são eles?
1 -Eles são pequenos extratos da sociedade que inclui pequenos e grandes empresários sem escrúpulos para os quais o cumprimento de regras e leis é um empecilho aos seus intentos.
2 - Eles são, alguns poucos, antigos retornados ressabiados que nunca perdoaram a perda das mordomias e poder absoluto, sobre as coisas e as vidas, que tinham nas antigas colonias.
3 - Eles são algumas, pouquíssimas, das antigas fidalguias e de "casta superior" que se sentem mal com esta coisa de sermos todos iguais.
4 - Eles são os, pouquíssimos, descendentes de algum tipo de poder, ortodoxos do sentido de pátria, racistas, xenófobos e afins.
5 - E, ainda, alguns ex-todos poderosos que, por ínvia ação. foram condenados e escorraçados e esperam desesperadamente demonstrar que a vingança se serve fria, muito fria.
Ao longo dos tempo esta maltosa (são pouquíssimos, mas não penses que lhes faltam meios) foi-se organizando , mais ou menos anonima e sub-repticiamente foram moldando, em termos de mentalidade, um "exército".
Quem é esse exército?
Alguns elementos mais radicais e extremistas que pululam onde?
Em algumas franjas das forças armadas, das forças policiais, forças de intervenção, em alguns ginásios que cultivam esta mentalidade, algum tipo de agentes de segurança privada, algum tipo de motards mais radicais, no seio de algumas claques desportivas e, também, no seio de alguma politica mais frustrada de extrema direita que, desanimada, procura novos protagonismos.
Do que é que eles necessitavam para corporizar esta ideia em formato politico?
Simples, um líder!
Um líder facilmente manipulável que tivesse palco, de verbo desbocado, ressabiado e de personalidade exaltada e compulsiva. Ora, chegados aqui, eles sentem estar neste patamar: Têm "família" propositora, têm "exército", sentem ter já alguma simpatia em meios de comunicação necrófaga e de terra queimada e têm, ou julgam ter, um líder, se bem que, ainda, com pequena representatividade.
Chegados a este ponto do que é que precisam mais?
Simples, Zé!
De ti, de mim e de todos nós que, tristes com alguma coisa menos boa que esta democracia comete, lhes vamos dando ouvidos.
Eles vão armar-se em mártires sempre que os atacarem, eles vão usar pequenos acontecimentos ampliando-os e exultando a necessidade de mudança. Eles vão usar tudo o que de bom se disser e, também o que de menos bom se disser. Tudo lhes vai servir de argumento para os seus desígnios, que são - NUNCA TE ESQUEÇAS - acabar com o que temos, A DEMOCRACIA PLURALISTA E CONTRIBUTIVA (onde a mentalidade deles não cabe) e transformá-la em um novo sistema de elite e de linhagem de ordem e de casta, racista, xenófobo, corporativista não democrático e não contributivo.
E como o vão fazer?
Simples, Zé!
Vão usar, melhor dizendo, já usam preferencialmente as REDES SOCIAIS, onde sabem não haver escrutínio nem contraditório, para seduzir e captar a tua, a minha, a nossa simpatia para a sua causa.
E que meios usam, Zé?
Vão usar as fake news sobre eles, que eles próprios fabricam, para que da discussão saiam sempre como mártires, sempre a ser atacados só por dizerem as "suas verdades". Vão inventar, manipular, distorcer e repetir, repetir á exaustão qualquer erro que aconteça, para surgirem como salvadores da pátria.
Sabes como podem ser derrotados?
É simples, Zé!
NÃO LHES PASSAR CARTÃO NENHUM, não lhes dar espaço nem protagonismo. IGNORAR tudo o que mencionar andré ventura e apaniguados, seja aqui, ali, ou além, em nenhum espaço e em momento algum devemos dar-lhe protagonismo.
Olha, cá por mim, já me vou vendo a bloquear alguém deste tipo, que me peça amizade, ou alguma página de promoção e propaganda que, por aqui vão aparecendo como por artes mágicas e parecendo espécies invasoras.
...
Em plena pandemia, com todos os meios da nação portuguesa unidos, convocados e em prontidão, com sentido de sacrifício para minimizar o sofrimento das pessoas, a única forma que este ignóbil, que não faz nada, arranjou foi criticar em plena Assembleia da República o povo português e anunciar o extermínio da 3ª República.
Foi nojento!
Abraço e, estando atento, sempre atento, foi a última vez que falei sobre este tema.

I Will Be There

Katie Melua

Katie performs 'I Will Be There', the first single from her new album 'Ketevan

Orchestra: Docklands Sinfonia Conductor: Mike Batt Words/Music/Arr: Mike Batt Produced by Mike and Luke Batt Video directed and edited by Michael Dunne for Dramatico Entertainment Ltd

Ela é como a senhora ao cimo da estrada
Ou apenas a mulher ao fundo da rua.
Como qualquer mãe que conheças
Para mim, foi ela que planeou
Levar-nos todos ao país das Maravilhas.
Ela sempre quis que a gente fosse
E ela disse:
Nunca estarás sozinho
Lembra-te, eu sempre me importarei
Onde quer que estejas
Lembra-te, eu estarei lá
E como a outra senhora que conhecemos
Ela tem um sorriso tão brilhante e doce
E cabelos brancos como neve
Embora a vida nunca seja fácil no dia a dia
Ela tem um jeito muito especial
Para nos fazer sorrir quando estamos em baixo
E ela disse:
Nunca estarás sozinho
Lembra-te, eu sempre me importarei
Onde quer que estejas
Lembra-te, eu estarei lá
Nunca estarás sozinho
Lembra-te, eu estarei lá
eu estarei lá
eu estarei lá

Caravela Sagres St MManuela e Creoula

João Pita

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