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Cova d'oiro

... algures na costa portuguesa mesmo a sul da foz do rio Mondego. Era, como se dizia então, um bom pesqueiro. Havia fartura de pescado e as artes, ainda novas e de não fácil manuseio, vinham carregadas até á vergueira

Cova d'oiro

... algures na costa portuguesa mesmo a sul da foz do rio Mondego. Era, como se dizia então, um bom pesqueiro. Havia fartura de pescado e as artes, ainda novas e de não fácil manuseio, vinham carregadas até á vergueira

corda01

Novo visual, mesma identidade!

 

 

Mudámos o visual deste espaço.

 

Usamos a imagem do que, de mais querido,

as pessoas nos permitiram recolher.

 

Uma imagem identitária de uma vida de trabalho

Entrelaçada em cordas, cabos, nós e laçadas.

Lançadas à vida entre o céu e o mar, suor e sal.foto João Pita

 

 

Ah, ... esse velho marinheiro.

Numa mão, retenido, o lais de guia,

A outra acenando...

A ti amigo, camarada, companheiro

Para onde vais?

 

Ao Te Adelino!

ainda aqui havemos de voltar.

 

 

A poesia de Adriano Alcantâra

 

A visita do poeta de África e do mundo, que proclama "a utopia de olhos escancarados", ao nosso -  menino de áfrica, - foi um previlégio.

Aqui partilhamos o presente que, na sua humilde grandeza, nos ofertou.

 

Obrigado, Adriano Alcantâra.  

 

 

A TORTO DIREITO


Sussurram tempos e contrariedades,
caem dias a torto e a direito.
Fica quem tudo a eito leva,
e não quem de todo a nada chega.
Escondo-me atrás de mim
e vejo-me tinto no copo,
do olhar do mundo afastado.
Olho-me e ouço as cousas ficarem
no fluir de um sussurro, no osso
de um momento, teus lábios
fugidios na ponta da noite além
onde me aconchego e escondo,
torto em sábios dias aí tecidos,
aqui direito em nós de luz.


Adriano Alcântara



Novembro quente, água-pé na mente. 2007

 

 

A ponte! ... e os peões? (cont. 02)

 

 

Foto: Outra Margem

Apraz-nos registar a boa receptividade e aceitação do presidente da junta de freguesia de S. Pedro, de acordo com a publicação do Diário das Beiras de 18/12/2008, à proposta do Cova d'oiro postada neste espaço a 03 de Dezembro e que a seguir se transcreve:  


- "... Não se deve é esquecer do necessário e seguro caminho pedonal.

Umas escadas ou rampa (8.ª foto), permitirá que os peregrinos, em segurança, na calçada do portinho, passem sob a via rápida e finalmente cheguem ao largo do rio, onde anual e normalmente a Cruz Vermelha Portuguesa instala os seus ansiados e relaxantes serviços de apoio aos peregrinos...."-


 

Diário de Coimbra

 

 

 

 

Parece ser, na margem esquerda a sul da ponte, a mais rápida e económica solução para garantir aos transeuntes e ciclistas, vindos da ponte pela passadeira sul, acederem à Av. 12 de Julho, antiga E. N. 109. 

Do outro lado, na margem direita, quer a norte quer a sul, a falta de acessos é gritante e pre-configura uma grave situação de insegurança. 

E quanto a insegurança, no que a esta ponte diz respeito, ... já basta!

 

 

 

 

 

A ponte! ... e os peões? (cont.)

 

 

diário de Coimbra

Consideramos que o exercício da cidadania é, em primeira (e em segunda, terceira, etc...) instância, um direito.

Apesar disso deve ser entendido como um dever de cidadania o entendimento da causa (ou coisa) pública como um património colectivo que, mais tarde ou mais cedo, afectará a nossa vivência a nivel individual.

A maior ou menor qualidade dessa afectação depende, única e exclusivamente, da qualidade que colocarmos ao serviço da coisa pública e da forma como a entendermos como causa própria.

Pode esse exercício tomar variadas formas de actuação de acordo com as diversas apetências pessoais.

De entre as culturais, associactivas, desportivas, educacionais, de solidariedade social, etc, estará decerto este novel e interessante mundo dos blogues.

O exercício da função politica (nunca me referirei a carreiras) é, não por outro lado mas sim no seguimento do que atrás foi exposto, o culminar desse mesmo direito de cidadania delegado  através do voto e expresso na confiança pessoal de quem é eleito.

O dever de cidadania é, ao contrário do que alguns pensam, não uma dificuldade adicional, mas sim o aliado natural da função política.

A nossa cidade carece, mais do que nunca face aos desafios, de soluções equilibradas para a sua evolução futura em harmonia com; o ordenamento, o PU, as pessoas, a mobilidade, a qualidade de vida e a incontornável identidade (turistica?),  desse desiderato.

Ah, ... e o ambiente, quase me esquecia, sempre presente e tão importante. Apesar de alguns julgarem que o mesmo se limita a uma mera alteração de um nome assente numa, nem sempre visível, divisão territorial.

 

Saber que o conteúdo deste espaço poderá, de forma singela, contribuir para a segurança e a qualidade de vida das pessoas é, em si mesmo, uma satisfação.

 

Obrigado a quem, no exercício da sua função, entendeu o benefício desta sintonia.

foto: João Pita

 

Mon frère

Ramses: Bien sûr qu'un jour s'en va pour l'un et pour l'autre s'en vient. Bien sûr les étoiles se meurent quand le ciel s'éteint. C'est notre amour qui n'aura jamais de lendemain Mon frère

Moisés: Bien plus qu'un monde qui s'ouvre à l'un et pour l'autre chavire. Bien plus qu'une mer qui supplie quand la source est tarie. C'est tout notre amour qui s'éloigne des rives et se perd mon frère

 

R: Tout s'oublie Chacun avec sa peine Que le temps nous reprenne Les souvenirs D'un frère

M: Chacun avec sa peine Que le temps nous apprenne A nous aimer En frère

R: Bien sûr que la terre est brûlée quand la pluie l'oublie Bien sûr que tout est cri puisqu'on se l'est jamais dit Bien sûr l'amour puisqu'il ne peut plus grandir, s'enterre Mon frère

M: Bien plus qu'un dernier regard pour décider d'une vie Bien plus que cette fin d'espoir que le courant charrie C'est un amour qui ne trouvera pas de rivière Mon frère

R: Tout s'oublie Chacun avec sa peine Que le temps nous reprenne Les souvenirs D'un frère

M: Chacun avec sa peine Que le temps nous apprenne A nous aimer En frère

R: Puiqu'on ne sera toujours Que la moitié d'un tout

M: Puisqu'on ne sera jamais Que la moitié de nous  Mon frère....

R: Bien sûr que rien ne pourra jamais nous l'enlever

M: Bien plus que tout ce que la vie peut nous accorder

M+R: L'amour sera toujours cette moitié de nous qui reste A faire Mon frère ...

 

 

Ó, gente da minha terra...

 

Lyrics:

É meu e vosso este fado

Destino que nos amarra
Por mais que seja negado
Às cordas de uma guitarra
 
Sempre que se ouve o gemido
De uma guitarra a cantar
Fica-se logo perdido
Com vontade de chorar
 
Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que recebi 
 
E pareceria ternura
Se eu me deixasse embalar
Era maior a amargura
Menos triste o meu cantar
 
Ó gente da minha terra 
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que recebi
 
(SOLO)
 
Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que recebi

 

A ponte! ... e os peões?

E os peregrinos, Senhor(presidente), porque lhe dais tanta dor ?

 Foto: João PitaFoto: João Pita

 

Ninguém duvida que a nova ponte dos arcos se apresenta funcional e capaz de contribuir para um rápido escoamento do tráfego rodoviário. (assim as rotundas ajudem...)

E está bonita, a dita.

Elegante no seu porte esguio de tabuleiro lançado, inovador e engalanada por rubros férreos arcos altaneiros.

Gosto dela, sim senhor!

Apesar das saudades da velhinha que até se dava ao desplante de permitir que Foto: João Pita (foto n. 2)alguns, mais afoitos e atrevidos, do alto dos seus arcos lançando-se em belos e atléticos saltos, mergulhassem nas águas do rio.

Mas deixemo-nos agora disto e vamos ao que interessa.

Esta ponte, assim como a outra,  foi construida para permitir a passagem de peões, (transeuntes, desportistas, caminhantes de bolsa recheada ou vazia e de "pé calçado ou descalço", turistas e peregrinos a caminho de Fátima).

Acontece que, caminhando pela esquerda e de frente para o trânsito, estes peregrinos, em Foto: João Pita foto n. 3)senso lato ou figurado, terão de atravessar a ponte dos arcos pelo passeio a sul da mesma.

Convido todos os que me dão o prazer de visitar este humilde espaço, que observem as fotos juntas, com delicada e suave atenção, para atentarem na falta de senso de quem terá obrigação de pensar estas coisas e, decisivamente, deve andar distraído, quiça, com coisas mais importantes ou menos comesinhas.

Na primeira foto em cima à direita, os caminhantes na sua aproximação à ponte dos arcos já caminham em plena faixa lateral de abrandamento sem protecção metálica entre si e trânsito rodoviário.Foto: João Pita (foto n.4)

Nas 2.ª e 3.ª fotos à direita têm duas opções; viram à esquerda (mais seguro) para a derivação à morraceira ou vão em frente ( opção perigosa) e entram na própria faixa de rodagem.

Nas 4.ª e 5.ª fotos, qualquer que tenha sido a opção tomada anteriormente, não existe acesso ao passeio sul da ponte dos arcos (observem o talude nas fotos) e terão de caminhar pela faixa de rodagem.

Chegados lá acima, à ponte, toca a galgar a protecção metálica (ditas baias) para finalmente acederem ao abençoado, mas suado, passeio pedonal.

Não pensem que é tudo.

Ao alcançarem a outra margem (juro que não há aqui, para além da amizade, qualquer conotação blogueira), os Foto: João Pita (foto n. 5)caminhantes encontram ainda maiores dificuldades, pois o talude não permite o pedoneio e a eventual queda será directa para as águas do portinho da gala. (6.ª, 7.ª e 8.ª fotos)

Sim senhor, bem vista a exigência feita à entidade executante da obra da ponte, para reordenar os taludes "pescando" as pedras e calhaus que invadiram a área de ancoradouro do portinho aquando da obra.

Não se deve é esquecer do necessário e seguro caminho pedonal.Foto; João Pita (foto n. 6)

Umas escadas ou rampa (8.ª foto), permitirá que os peregrinos, em segurança, na calçada do portinho, passem sob a via rápida e finalmente cheguem ao largo do rio, onde anual e normalmente a Cruz Vermelha Portuguesa instala os seus ansiados e relaxantes serviços de apoio aos peregrinos.

 

E, não é que, afinal, tudo vem a propósito e, sem ser de propósito, ninguém terá necessidade de colocar a vida em risco ao circular pelas faixas de rodagem, galgar baias de protecção Foto: João Pita (foto n. 7)e atravessar rotundas instaladas em vias de dupla circulação?

Senhores, presidentes, se o texto for fastidioso porque extenso, ...digam.

Sempre se poderá  colocar uns desenhos nas fotos para melhor compreensão. Foto: João Pita ( foto n. 8)

 

 

Sr. presidente, penso que da Câmara, não lhe deis tanta dor.

Mande rectificar o que carece ser rectificado e, assim, permita a obrigatória e segura continuidade de marcha a quem marchar quiser por prazer, por turismo, por necessidade de saúde, ou monetária (atente nos tempos que correm) e a peregrinar  por fé.

Não permitais que saltem protecções metálicas, atravessem perigosamente vias rodoviárias, rotundas, ou resvalem e tombem desamparados por barreiras e taludes de terra e pedra.

 

 

 

Caravela Sagres St MManuela e Creoula

João Pita

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