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Cova d'oiro

... algures na costa portuguesa mesmo a sul da foz do rio Mondego. Era, como se dizia então, um bom pesqueiro. Havia fartura de pescado e as artes, ainda novas e de não fácil manuseio, vinham carregadas até á vergueira

Cova d'oiro

... algures na costa portuguesa mesmo a sul da foz do rio Mondego. Era, como se dizia então, um bom pesqueiro. Havia fartura de pescado e as artes, ainda novas e de não fácil manuseio, vinham carregadas até á vergueira

corda01

Negrume de fogo

Negrume de fogo

Pairam vampiros negros, alados
Rolam negrumes de cinza em desnorte.
Línguas, labaredas, troncos tisnados.
Chiam arrepiantes leteias serpentes
Escarnindo uivos de anunciada morte.
Preces de angústia, impotente agonia.

Do limbo negro do telúrico inferno
Tisnados emergem, arrastando o caminhar
Anjos da paz de vermelho e negro vestidos.
Ombros caídos, ansioso e lívido olhar
Lágrimas secas cavam nas rugas leito,
Arfando angústia em dorido peito.

… pó da terra.
País sem norte!

Globalização de fogo ávido de ter
Devora queima, assa, mata e torra.
Monstro acéfalo e disforme.
Utopia, precisa-se!!!
Volte o verde, azul e fresco
Volte o Homem e a Natureza

(Outubro negro, 2017)
JPita

Diabo na Cruz - Malhão 3.0

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MALHÃO 3.0
"Põe a grade bem no cimo da geleira O cadeado no cofre de madeira E vem dançar Vai começar Deita em água uma mão de feijão verde Pimentão, salsa e louro no borrego Deixa a apurar E põe-te a andar Se compravas, põe à venda Se arrendavas, sub-arrenda Flash em off Posta a foto Faz negócio E anda lá daí pra fora Chegou a hora Já não há saco p’ra tensões Peritos, magos e vilões Toda a gente A ver se mete O alfinete Em forma de comentário Incendiário Olha as luzes na praça E a populaça Toda em pulgas p’ra cantar Vem comprovar Ver para crer Bailar até cair pró lado Esquece o jantar ‘Bora a correr Hoje a festa é do Diabo E meio gás não serve Só calor e entrega em noites ávidas Rebelião de febre Bombos, suor e lágrimas Traz a avó, a cunhada e o gaiato Deixa o shot de aventuras para o chato Que quis faltar Pode ajudar Toca a andar, pernas para que te quero Burricada, Malhão 3.0 É aguentar E vira o par O Circo lá esgotou O bom senso extraviou A solução É onda de invasão Da Galiza ao Sotavento Repovoamento! E não é que pelos vistos Vem aí o apocalipse Tu queres ver Que chatice Não há realista Que ature a realidade Haja piedade! Olha as luzes na praça E a populaça Toda em pulgas p’a cantar Vem comprovar Ver para crer Bailar até cair pró lado Esquece o jantar ‘Bora a correr Hoje a festa é do Diabo E meio gás não serve Só calor e entrega em noites ávidas Rebelião de febre Bombos, suor e lágrimas."
Não, não é erro. Decifra!

Caravela Sagres St MManuela e Creoula

João Pita

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