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Cova d'oiro

... algures na costa portuguesa mesmo a sul da foz do rio Mondego. Era, como se dizia então, um bom pesqueiro. Havia fartura de pescado e as artes, ainda novas e de não fácil manuseio, vinham carregadas até á vergueira

Cova d'oiro

... algures na costa portuguesa mesmo a sul da foz do rio Mondego. Era, como se dizia então, um bom pesqueiro. Havia fartura de pescado e as artes, ainda novas e de não fácil manuseio, vinham carregadas até á vergueira

corda01

Os solitários homens dos dóris (01)

 

 

Ano de 1967.

Pesca de bacalhau à linha.

Viagem do lugre bacalhoeiro José Alberto da frota da Figueira da Foz.

Companha incluía, também, homens da Cova e da Gala.

Comandante, o Cap. Álvaro Abreu da Silva.

Destino, os Grandes Bancos ao largo da Terra Nova.

Duração da viagem, seis meses.

 

" Separados de casa por três mil milhas de oceano, os pescadores de Portugal dedicam-se a uma safra de importância vital. Em antigas zonas de pesca descobertas pelos seus antepassados muitos séculos antes, eles lutam durante seis meses cada ano, levando uma vida de insuportável dureza, da qual alguns nunca mais regressarão.

Um homem, um barco. Numa frágil parceria contra a fúria implacável do Mar Árctico. Esmagados pela enormidade do seu adversário, eles sabem que irão ficar às cegas no nevoeiro e que irão ser agredidos por ondas que poderão chegar acima dos trinta pés de altura.

São os últimos que se dedicam a esta tradição heróica. A sua é a batalha do solitário homem do dóri.

Eles são as lendas vivas: os homens do mar de Portugal"

 

Assim  se inicia a narrativa deste documentário realizado em 1968 pela National Geographic  e filmado a bordo do Lugre bacalhoeiro, José Alberto, na viagem de 1967.

 

Titulo original, The Lonely Dorymen - Portugal's Men of the Sea.

 

Hoje, partilhamos a primeira parte desse mesmo documentário

 

Pescadores de bacalhau da Cova-Gala (01).

 

Aproxima-se o dia em que a merecida homenagem ao homem do mar da Cova-Gala, personificado na figura do pescador de bacalhau à linha, vai ter lugar.
Será, decerto, um Bom Dia.
Apesar de o motivo e o modelo escolhido, que não a idéia, ser fruto de névoas e brumas escusas de pelágicas desconfianças, ao invés da clara participação na escolha, aberta e universal onde todos os covagalenses interessados pudessem ter tido legítimo lugar ... vai ser um Bom Dia!
Mesmo que a estética do elemento escultórico escolhido seja, mais assim, ou mais assado, será SEMPRE um bom dia.
Mesmo que os eleitos, eventualmente, não consigam libertar-se das grilhetas da presunção e dos pressupostos politicos, será sempre um BOM DIA!
E, aqui, na COVA-GALA,
- povoado que proclama bem alto a sua identidade assente em raízes da Cova, da Gala, do mar que nos banha e de todo esse, outro mar, onde os seus homens consolidaram uma história de trabalho e de grandeza -
esta homenagem ganha uma legitimidade ímpar.
A cidadania e a sintonia com estes valores faz-nos querer participar, tentando ajudar a entender as "grilhetas da presunção e dos pressupostos politicos", quando a mesma é rasteira, conforme assistimos há um mês, em Lavos, e, a um outro tempo, enaltecer a legitima e verdadeira homenagem a ter lugar na Cova-Gala.
Com a preciosa ajuda do Museu Marítimo de Ilhavo é possivel provar que a grande, a esmagadora maioria dos pescadores de bacalhau nascidos em Lavos, são oriundos e naturais da Cova e da Gala.

Começamos, hoje, a publicar as cédulas maritimas dos nossos antepassados.
Por razões de "peso digital" somos obrigados a dividi-las em várias apresentações.
Hoje, a primeira, por ordem alfabética.

 

 

Caravela Sagres St MManuela e Creoula

João Pita

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Pescadores da Cova-Gala, *****Cédulas marítimas *. Videos

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