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Cova d'oiro

... algures na costa portuguesa mesmo a sul da foz do rio Mondego. Era, como se dizia então, um bom pesqueiro. Havia fartura de pescado e as artes, ainda novas e de não fácil manuseio, vinham carregadas até á vergueira

Cova d'oiro

... algures na costa portuguesa mesmo a sul da foz do rio Mondego. Era, como se dizia então, um bom pesqueiro. Havia fartura de pescado e as artes, ainda novas e de não fácil manuseio, vinham carregadas até á vergueira

corda01

Diabo na Cruz - Malhão 3.0

Para continuar a ver carregue aqui: https://www.facebook.com/jmppita/posts/pfbid02g1DPV24mBqdajtBNiaYLQq5LxPHxHkLaXtuEgHLsPo7PpKK4SRbjs8mgktowqwDml

MALHÃO 3.0
"Põe a grade bem no cimo da geleira O cadeado no cofre de madeira E vem dançar Vai começar Deita em água uma mão de feijão verde Pimentão, salsa e louro no borrego Deixa a apurar E põe-te a andar Se compravas, põe à venda Se arrendavas, sub-arrenda Flash em off Posta a foto Faz negócio E anda lá daí pra fora Chegou a hora Já não há saco p’ra tensões Peritos, magos e vilões Toda a gente A ver se mete O alfinete Em forma de comentário Incendiário Olha as luzes na praça E a populaça Toda em pulgas p’ra cantar Vem comprovar Ver para crer Bailar até cair pró lado Esquece o jantar ‘Bora a correr Hoje a festa é do Diabo E meio gás não serve Só calor e entrega em noites ávidas Rebelião de febre Bombos, suor e lágrimas Traz a avó, a cunhada e o gaiato Deixa o shot de aventuras para o chato Que quis faltar Pode ajudar Toca a andar, pernas para que te quero Burricada, Malhão 3.0 É aguentar E vira o par O Circo lá esgotou O bom senso extraviou A solução É onda de invasão Da Galiza ao Sotavento Repovoamento! E não é que pelos vistos Vem aí o apocalipse Tu queres ver Que chatice Não há realista Que ature a realidade Haja piedade! Olha as luzes na praça E a populaça Toda em pulgas p’a cantar Vem comprovar Ver para crer Bailar até cair pró lado Esquece o jantar ‘Bora a correr Hoje a festa é do Diabo E meio gás não serve Só calor e entrega em noites ávidas Rebelião de febre Bombos, suor e lágrimas."
Não, não é erro. Decifra!

I Will Be There

Katie Melua

Katie performs 'I Will Be There', the first single from her new album 'Ketevan

Orchestra: Docklands Sinfonia Conductor: Mike Batt Words/Music/Arr: Mike Batt Produced by Mike and Luke Batt Video directed and edited by Michael Dunne for Dramatico Entertainment Ltd

Ela é como a senhora ao cimo da estrada
Ou apenas a mulher ao fundo da rua.
Como qualquer mãe que conheças
Para mim, foi ela que planeou
Levar-nos todos ao país das Maravilhas.
Ela sempre quis que a gente fosse
E ela disse:
Nunca estarás sozinho
Lembra-te, eu sempre me importarei
Onde quer que estejas
Lembra-te, eu estarei lá
E como a outra senhora que conhecemos
Ela tem um sorriso tão brilhante e doce
E cabelos brancos como neve
Embora a vida nunca seja fácil no dia a dia
Ela tem um jeito muito especial
Para nos fazer sorrir quando estamos em baixo
E ela disse:
Nunca estarás sozinho
Lembra-te, eu sempre me importarei
Onde quer que estejas
Lembra-te, eu estarei lá
Nunca estarás sozinho
Lembra-te, eu estarei lá
eu estarei lá
eu estarei lá

Água - Pedro Barroso

 

Pus-me à noite a ouvir o mar
sentado na pedra sentado na areia
e senti uma barcarola criar devagar
esta melodia
tinha a crista e vaga desta vaga história
d'arte marinheira
luzia na prata mais rica,
mais rica mais rica que havia
e aquele pensamento d'ir e voltar sempre
que há na maresia
fez subir da água, dessa água toda, cem mil caravelas
era mais que o mar mais que a vida toda
quem ali fervia
e foi muito mais que um homem com guitarra
quem soltou as velas
tive ali a consciência
tinha ali a história toda
tinha ali um povo antigo
a cantar comigo uma canção de roda

Mergulhei da praia nessa história grande
de alma derramada
falei com mareantes e conquistadores
gente aventureira
crepitei nas ondas marés de ida e volta
partida e chegada
cortei fundo a crista do gume das vagas
duma vida inteira
mas daquele mar fundo fundo mar que lá fica sempre
trago só lembranças e um saco de tempo
s'é que o tempo presta
quem disser que o viu que o compreendeu
ou se esquece ou mente
pois no fundo hoje a raiva que ficou
é tudo o que nos resta

Tive ali a consciência
tive ali a história toda
tive ali um povo antigo
a cantar comigo uma canção de roda

 

Pedro Barroso

 

 

Czardas

Sublime

HAUSER & Caroline Campbell

Hauser e Caroline Campbell interpretando Czardas de Vittorio Monti no concerto de gala "HAUSER & Friends" na Arena Pula, Croácia, agosto de 2018

Ivo Lipanovic, conductor Zagreb Philharmonic Orchestra

Tens os Olhos de Deus

 

Letra e música de Pedro Abrunhosa

Canta Ana Moura

  

Tens os olhos de Deus

E os teus lábios nos meus

São duas pétalas vivas

E os abraços que dás

São rasgos de luz e de paz

Num céu de asas feridas

E eu preciso de mais

Preciso de mais

 

Dos teus olhos de Deus

Num perpétuo adeus

Azuis de sol e de lágrimas

Dizes: 'Fica comigo

És o meu porto de abrigo

E a despedida uma lâmina'

Não preciso de mais

Não preciso de mais

 

Embarca em mim

Que o tempo é curto

Lá vem a noite

Faz-te mais perto

Amarra assim

O vento ao corpo

Embarca em mim

Que o tempo é curto

Embarca em mim

 

Tens os olhos de Deus

E cada qual com os seus

Vê a lonjura que quer

E quando me tocas por dentro

De ti recolho o alento

Que cada beijo trouxer

E eu preciso de mais

Preciso de mais

 

Nos teus olhos de Deus

Habitam astros e céus

Foguetes rosa e carmim

Rodas na festa da aldeia

Palpitam sinos na veia

Cantam ao longe que 'sim! '

Não preciso de mais

Não preciso de mais

 

Embarca em mim

Que o tempo é curto

Lá vem a noite

Faz-te mais perto

Amarra assim

O vento ao corpo

Embarca em mim

Que o tempo é curto

Embarca em mim

 

Retimbrar Voa Pé (cá fora)

 

 

Faço do corpo volante
Senhor de si para qualquer feito
Se a cabeça não tem juízo,
o corpo é que paga.

Cheia de vida dentro
não deixo de estar vigilante
Marco o passo ao meu andar
sei do que me faço acompanhar

Vou beber de todas as fontes
dar de beber a quem puder
Conto enriquecer a viagem
das lições por aprender

Há esperança a querer falar
com arte, amor, com graça
Contra a contrariedade
ando p'ra me entender

Eu vou a pé
eu vou a pé

Saúdo, vinde companheiros
há lugar p'ra quem vier
Chega de Avé-Marias
mão na rédea do querer

Dito feito aqui vou eu
sorte a minha a de poder
oxalá venha a voltar
mais melhor que'ó que fui

Eu vou a pé
Eu vou a pé

Caminhando se faz caminho
Andando me entendo e te encontro


música - Sara Yasmine / António Serginho / Retimbrar
letra - Sara Yasmine

 

Balada astral

 

 

 

Miguel Araújo | Balada astral (com Inês Viterbo)

 

"...Quando Deus pôs o mundo

E o céu a girar

Bem lá no fundo

Sabia que por aquele andar

Eu te havia de encontrar ..."

 

 

Caravela Sagres St MManuela e Creoula

João Pita

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