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Cova d'oiro

... algures na costa portuguesa mesmo a sul da foz do rio Mondego. Era, como se dizia então, um bom pesqueiro. Havia fartura de pescado e as artes, ainda novas e de não fácil manuseio, vinham carregadas até á vergueira

Cova d'oiro

... algures na costa portuguesa mesmo a sul da foz do rio Mondego. Era, como se dizia então, um bom pesqueiro. Havia fartura de pescado e as artes, ainda novas e de não fácil manuseio, vinham carregadas até á vergueira

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A obrigação de cidadania

Independente das nossas simpatias ou militâncias politico/partidárias sobreleva um valor maior; o dever da cidadania.
Do ser Português.
O dever de cidadania obriga-nos, ou devia obrigar-nos, a, primeiro, olhar o interesse de Portugal e só depois as empatias e os gostos pessoais.

A integridade deste País depende, em primeira instância, do esforço que empreender-mos para a valorização da nossa própria integridade cívica e .. porque não? ... moral!

E é precisamente por isso que a MASSIFICAÇÂO da informação sobre este tipo de comportamentos (abaixo video/descritos) é IMPORTANTE!!!

 

 

 

Os Bajuladores

 

O que alimenta essa corja de inaptos?

Que água lhes mata a sede de destruir

O que, por inépcia, nunca chegaram a construir?

Que raio de terrível e maldito genes,Da net

Dá origem a estes mentecaptos?

 

Por favor!

Se souberem digam!

Urge curar o mundo desta corja!

 

É insuportável olhar os sorrisos bajuladores

Em dorso dobrado ao cínico fingimento.

O olhar velado de fingido constrangimento

Na incapacidade, confrangedora, de pensar.

Aceitam mudos e submissos as regras.

Mas, num ápice, nas costas dos que servem,

Logo destilam a crítica porca e inevitável!

 

Que reles alegria sentirão

Quando, nas costas de quem dependem,

Os maiores e indefectíveis adjectivos usam,

Ululando na eloquência de vermes venenosos,

Criticando tudo e todos sem sentido?

Com a mesma facilidade, quando,

Com as costas dobradas, tudo aceitam?

 

E sorriem em esgares desmesurados…

 

Já não suporto mais!

Por favor

Urge o remédio!

 

 

Algures em Agosto de 2003.

João PIta

 

 

Discurso do Sr. Presidente da Câmara aos figueirenses

 

(poderiamos publicá-lo em PDF. ou, usando um  mero e simples link. No entanto, face à premência e importância, preferimos MOSTRÁ-LO na íntegra, mesmo que tal se torne algo extenso. Quem tiver interesse e, acredito, muitos serão, consultá-lo-á com a atenção que o mesmo merece)

 

Exm.ºs Srs. Vereadores
Meus caros Figueirenses
Srs. Jornalistas

Conforme consta do programa eleitoral que apresentámos aos figueirenses aquando das eleições autárquicas 2009, assumimos o compromisso de informar os figueirenses sobre a situação da autarquia, os objectivos definidos, a estratégia delineada e as actividades desenvolvidas pelo executivo camarário. Eis-nos hoje aqui honrando esse compromisso, falando-vos da única forma que sei: olhos nos olhos e usando a linguagem da verdade.

Este evento “Dias da Governação”, longe de constituir um balanço – esse fá-lo-emos, conforme se impõe, a meio do mandato –, é perspectivado como um encontro entre o executivo camarário e os figueirenses para os informar da real situação da autarquia da Figueira da Foz e das medidas que tomámos ao longo deste período.

Esta aproximação entre eleitores e eleitos constitui um acto de cidadania sem memória na vida autárquica local, mas que nos parece absolutamente justa e elementar.
Por isso, e para além deste encontro, deixamos já a garantia de que ao longo do nosso mandato iremos, regularmente, levar a cabo iniciativas concretas de relacionamento e aproximação com todos. Temos uma perspectiva da governação autárquica que assenta no envolvimento de todos nas decisões que visam a melhoria do nível de vida dos figueirenses e do próprio Concelho.
Um primeiro passo, permitindo exactamente esse envolvimento do maior número possível de pessoas na governação, será a repetição da sessão que hoje aqui levamos a cabo em duas sessões a decorrer uma no norte e outra no sul do concelho nas próximas semanas, e cujas datas e locais divulgaremos em breve.

A situação da autarquia que agora vos damos conta assenta numa análise rigorosa das contas da autarquia e de um conjunto de dossiers e projectos essenciais.

Uma análise que implicou a tomada de um conjunto de medidas urgentes por parte do executivo camarário, algumas já conhecidas do público e outras que importa dar a conhecer.

Análise realizada e decisões tomadas, relembro, nos primeiros 100 dias do mandato, ou seja, num período temporal correspondente a 7% do mandato que nos foi conferido pelos figueirenses.

Decisões todas elas com um denominador comum: o forte rigor que se exige nos tempos exigentes que atravessamos.

1. A situação financeira

Muito se tem dito e escrito sobre a situação financeira da Câmara Municipal. Certo é que, sendo inequivocamente uma Câmara Municipal excessivamente endividada, permanece por apurar o montante exacto da dívida.
Há, porém, um conjunto de certezas que podemos já avançar e partilhar com todos e que impõem a realização imediata de uma auditoria financeira:

A) Tendo o Município da Figueira da Foz contraído em 2009 um empréstimo para regularização de dívidas (PREDE) de cerca de 10,5 milhões de euros, que já se encontra totalmente gasto, continuam, ainda assim, por liquidar um conjunto de dívidas a fornecedores de bens e serviços à Câmara Municipal. Falamos de dívidas relativas aos anos de 2005 até 2009, falamos de 680 credores e de uma dívida total de 14,2 milhões de euros. Torna-se, pois, essencial perceber o que correu mal nesta matéria;

B) Por outro lado, constataram-se procedimentos irregulares e actuações que violam as regras elementares da transparência e rigor financeiro:

- desde facturas de bens e serviços referentes ao anterior mandato e que se encontravam por lançar na contabilidade há mais de 5 meses;

- passando por compromissos assumidos com particulares e empresas, de forma informal e sem qualquer base legal;

C) Constatámos igualmente um recurso sistemático à contratação externa (outsorcing), sendo que, em muitos casos a Câmara possuía meios próprios capazes de assegurar os serviços.
Particularmente relevante é também a contratação externa para assegurar o patrocínio de dezenas de acções judiciais intentadas contra a Câmara Municipal e que representam um valor demandado à Câmara de vários milhões de euros, o qual não se encontra reflectido nas contas da autarquia nem foram constituídas provisões para assegurar o pagamento daquele valor.

Face a este panorama financeiro é fácil de perceber porque entendemos ser urgente uma auditoria.
Auditoria que, estamos convictos, só poderá vir a confirmar que a autarquia se encontra numa clara situação de desequilíbrio financeiro. E uma auditoria que, clarificando os números, permitirá dar um importante contributo para a concretização do saneamento e reposição do equilíbrio financeiro da autarquia.

Importa, porém, ficar claro um ponto.
Este executivo pauta-se por critérios de responsabilidade e seriedade, e antes de partirmos para investimentos que impliquem esforços financeiros consideráveis, consideramos ser prioritário honrar os compromissos financeiros assumidos no passado.
Ou seja, consideramos essencial liquidar o mais rapidamente possível as dívidas às centenas de fornecedores da Câmara. Trata-se, na grande maioria dos casos, de pequenas e médias empresas do nosso concelho. Empresas cuja sobrevivência – e das centenas de postos de trabalho que representam – se encontra dependente dos pagamentos pela Câmara.
É, portanto, uma questão de responsabilidade assegurarmos o pagamento do que está em dívida.
Continuar a investir e a subsidiar mas sem pagar o que está em dívida, como foi feito até aqui, é política que não seguiremos. Mesmo que alguns, por oportunismo político, nos acusem de em 100 dias pouco termos feito. Apresentaremos obra mas nunca sacrificando os figueirenses, as empresas locais e postos de trabalho para a realizar.

Há uma situação particularmente exemplar que gostava de compartilhar convosco: com respeito pela lei, qualquer município procura apoiar as empresas locais, e isto contratando a empresas da nossa terra os serviços e bens que a Câmara necessita; mas o que constatámos é que face às dívidas acumuladas pela Câmara, estas empresas locais preferem não apresentar propostas à Câmara ou então apresentam propostas muito mais altas que os preços médios porque têm a noção que a Câmara nunca cumpria os seus compromissos nos prazos acordados.
Daqui resulta a clara urgência em repor a seriedade e a prontidão da Câmara no pagamento das suas dívidas.


2. Estrutura Orgânica da Câmara

No que respeita à estrutura orgânica da própria Câmara, o diagnóstico realizado permitiu claramente concluir que a estrutura existente se encontra completamente desadequada, com departamentos constituídos por serviços que apenas existem no papel, e situações de pessoas que durante largos meses estiveram ao serviço da Câmara Municipal sem estar formalizado qualquer vínculo contratual.

A ausência de normas, procedimentos e fiscalização dos próprios serviços acabou por gerar um cenário de desnorte e desmotivação por parte dos funcionários da Câmara Municipal.
A isto junta-se uma clara falta de credibilidade e de autoridade de alguns serviços junto da população e uma imagem negativa – na maioria dos casos injusta – da sua eficácia e eficiência.
Ao longo destes meses realizámos este levantamento e ouvimos os serviços, procurando as melhores soluções. No fundo, reunimos as condições para avançar com uma nova estrutura orgânica, mais flexível, mais eficaz e com maior racionalidade em termos de custos, a qual está em condições de ser implementada muito em breve.
Apostamos também numa maior autonomia acompanhada de grande responsabilidade por parte dos funcionários da autarquia. Não acreditamos no absentismo como mal de todos os pecados. Acreditamos nas pessoas e no seu contributo para a mudança.

3. Empresas Municipais

No que respeita às empresas municipais, constatámos, na grande maioria delas, uma total dependência financeira em relação à Câmara Municipal, sem que as empresas estejam configuradas para obter receitas próprias em níveis que permitam a sua auto-subsistência.
Ou seja, a sobrevivência daquelas empresas municipais encontra-se totalmente dependente de transferências da Câmara Municipal e, mais grave, de verbas que são totalmente incomportáveis para a Câmara. E transferências que foram realizadas ao abrigo de contratos-programa pouco consistentes, desprovidos de uma fundamentação sustentada e sem serem sujeitos ao visto do Tribunal de Contas.



Mais: foram detectados vários procedimentos irregulares, bem como contratações, algumas das quais implicando milhões de euros, sem haver lugar sequer a concurso público e mais uma vez sem qualquer informação prévia ao Tribunal de Contas.

Tudo isto determinou da nossa parte a decisão de fazer entrar vereadores do executivo para a administração dessas empresas municipais, para assim reforçar o seu necessário e imperioso controlo financeiro.

Estamos também a elaborar uma avaliação da sustentabilidade financeira das empresas municipais, cujos resultados serão fulcrais para aferir a manutenção das mesmas.
E isto porque é preciso claramente perceber a relação custo/benefício das empresas municipais e decidir se os interesses do município justificam a manutenção das mesmas ou, pelo menos, a manutenção nos moldes em que existiram até esta data.


4. Águas da Figueira

No que respeita ao dossier da água e saneamento, e como é já público, em virtude de um contrato de concessão celebrado em 1999, que consagrava a revisão do tarifário das águas em 2010, temos este ano uma actualização extraordinária daquele tarifário com uma subida de 13,2%.
Manifestei a minha preocupação por este assunto logo aquando da tomada de posse por saber que era inevitável que o aumento entrasse em vigor. Mas não queremos que dure muito mais tempo.
Por outro lado, considerando que nunca se realizou um balanço e uma verificação dos investimentos realizados no quadro da concessão, o que existiu até à tomada de posse deste executivo foi uma mera transferência de verbas sem qualquer rigor ou controlo.

A isto junta-se o facto de termos detectado compromissos financeiros passados, reportados ao ano de 2003, sem qualquer reflexo no orçamento mas que representam verbas muito consideráveis, que ainda se encontram por regularizar às Águas da Figueira SA.
Torna-se também essencial proceder a uma peritagem aos relatórios apresentados por esta empresa e à verificação dos investimentos, com a colaboração de uma entidade externa de consultoria financeira e com conhecimento no sector das infra-estruturas, por forma a realizar-se uma revisão urgente do tarifário, tendo nós já iniciado este processo.


5. Instrumentos de Gestão Territorial

No que respeita à revisão dos planos de ordenamento do território, constatámos um total abandono das intenções de revisão anunciadas nos últimos anos.
É particularmente paradigmática a revisão do PDM, processo para o qual foi inclusivamente contratada uma empresa externa há quase dez anos, sem grandes progressos e que terá que ser iniciado da estaca zero o mais rapidamente possível.
E o mesmo se diga relativamente à revisão do Plano de Urbanização da Figueira da Foz ou ao Plano de Pormenor do Areal da Figueira da Foz, nos quais foram gastos valores consideráveis ao longo de vários anos, sem que os mesmos tenham chegado a ser concretizados.
Este executivo pautando-se por critérios de eficácia e maior realismo, procedeu já à aprovação em Câmara do início do procedimento de elaboração de um Plano de Pormenor para a Costa de Lavos. E continuaremos a proceder a intervenções específicas e eficazes, sempre que tal se justifique, sem prejuízo de estarmos já a dar os primeiros passos na revisão do PDM.
Acima de tudo queremos ir rapidamente ao encontro das necessidades de expansão urbanística e desenvolvimento das freguesias do concelho, aproveitando para corrigir alguns erros do passado nesta matéria.

6. Projectos estruturantes

No que respeita aos projectos que consideramos verdadeiramente estruturantes para o concelho, importa também informar os figueirenses de algumas notas essenciais.

6.1. Projecto de regeneração urbana
No que respeita à regeneração urbana, trata-se de um projecto que visa intervir na frente marítima e ribeirinha e em zonas nobres da cidade, num investimento total de 13 milhões de euros.

Este projecto, financiado no âmbito do Quadro Estratégico de Referência Nacional (QREN) num valor de cerca de 6 milhões de euros, implica um conjunto de parcerias entre a autarquia, a Administração do Porto da Figueira da Foz, a agência de desenvolvimento regional Estruturas e Investimentos do Mondego, para além de outros parceiros públicos e privados.

Trata-se de um projecto que, como sabem, implica uma intervenção e reabilitação da zona envolvente ao Forte de Santa Catarina, do porto de recreio, do Mercado Municipal e do Bairro Novo, e que, como tal, dinamizará toda uma zona nevrálgica da cidade.

Temos realizado um enorme esforço, em conjunto com os nossos parceiros, no sentido de retomarmos um processo que se encontrava praticamente parado.

Como sabem, este projecto de regeneração urbana foi objecto de uma candidatura a apoios comunitários, candidatura essa que possui prazos extremamente apertados e que não podem ser ultrapassados, sob pena de perdermos esta oportunidade de apoio financeiro sem o qual é impossível concretizar este investimento. Não obstante as insuficiências que detectámos, estamos a colmatá-las o mais rapidamente possível no sentido de assegurar a sua concretização.

6.2. Parque Desportivo de Buarcos

Quanto ao Parque Desportivo de Buarcos, o que constatámos é que o projecto também se encontrava estagnado, fruto de uma verdadeira teia de problemas jurídicos e de ordenamento do território.
No fundo, aquilo que existia era uma obra adjudicada de forma pouco responsável a uma empresa privada por um valor de cerca de 13 milhões de euros, estando a autarquia desde há muitos meses a suportar juros, sem que essa obra possa ser executada. E uma impossibilidade de execução que assenta no facto de o projecto que lhe serviu de base violar os instrumentos de gestão territorial, isto é, violar a lei, conforme foi dito pelas autoridades competentes, nomeadamente a CCDR.
Para além disso, o anterior executivo optou, novamente de uma forma que só podemos apelidar de pouco responsável, por assinar o contrato de concepção-construção com a empresa privada sem ter adquirido previamente os terrenos necessários, situação que ainda terá que ser resolvida.
Face a tudo isto, e desde que tomámos posse, temo-nos desmultiplicado em reuniões técnicas, tendo-se iniciado um processo de revisão cirúrgica do projecto de forma a ser validado pelas entidades competentes.
Por outro lado, e como estava em risco a perda de 6 milhões de euros de financiamento do Turismo de Portugal, assumimos o compromisso perante aquela entidade de apresentar uma nova candidatura, sendo que até Junho deverá estar concluído um projecto para a construção do campo de golfe que respeite a lei.
Simultaneamente, estamos a preparar todo o processo para aquisição dos terrenos onde será executado o projecto do campo de golfe.
Portanto, estamos verdadeiramente empenhados no projecto de Parque Desportivo para Buarcos, mas um projecto que seja exequível, concretizável, e não um que se anuncia anos e mais anos e que depois não passa do papel.
6.3. ZAL da Figueira da Foz

A Zona de Actividades Logísticas (ZAL) da Figueira da Foz constitui outro projecto verdadeiramente estruturante para o concelho e, ousamos dizê-lo, para toda a região centro.
Este projecto representa um investimento total de cerca de 12 milhões de euros, considerando os custos inerentes à aquisição dos terrenos, à criação das infra-estruturas necessárias à sua implementação e às estruturas associadas à mesma, e que envolve a criação de inúmeros postos de trabalho.

Desde que foi anunciada publicamente em 2008, têm sido gastos montantes consideráveis na definição do conceito da Zona de Actividades Logísticas, mas a sua concretização continua a não ser um cenário real.

Para a viabilização da ZAL da Figueira da Foz, elemento crucial para alavancar o desenvolvimento económico da Figueira da Foz e da região Centro, temos tido reuniões e contactos permanentes com o Ministério da Economia no sentido de o projecto ter acesso a fundos públicos, que presentemente não estão disponíveis pelo facto de a ZAL ser considerada como uma plataforma logística de 1º nível (integrada no Portugal Logístico), estando os apoios para o desenvolvimento apenas disponíveis para as plataformas de 2º nível (não integradas no Portugal Logístico).
A previsão da execução da ZAL como um projecto enquadrável e elegível no quadro do financiamento comunitário (QREN) revela-se, pois, fundamental no quadro do interesse estratégico para a região e para o próprio país. É por isso que temos lutado e continuaremos a lutar.
Por outro lado, e potenciando a melhor articulação multimodal, temos sensibilizado as instâncias competentes para o desenvolvimento da componente intermodal ferroviária da ZAL. Esta componente é fundamental para que a plataforma possa desempenhar com eficiência o seu papel de suporte na articulação intermodal rodo-ferro-marítima. O desenvolvimento desta componente deverá ser apoiado por fundos públicos envolvendo a entidade gestora das infra-estruturas ferroviárias (REFER).

Por último, temos ainda procurado sensibilizar a Secretaria de Estado dos Transportes para a necessidade de revitalização do ramal ferroviário que liga a Figueira da Foz à Pampilhosa. A reactivação desta linha, com a execução de uma ligação daquela linha à ZAL da Figueira da Foz revela-se fundamental para o escoamento das mercadorias para o mercado externo em condições competitivas.
Neste âmbito, este executivo conseguiu já em sede de PROT, que neste plano figurasse a requalificação do troço da Linha da Beira Alta, Figueira da Foz / Pampilhosa.

MEDIDAS TOMADAS PELO EXECUTIVO:

Os partidos da oposição vieram recentemente a terreiro referir que pouco temos feito nestes primeiros tempos de governação.
Não temos por hábito fazer publicidade de tudo o que fazemos.
Não temos por hábito colocar placas a anunciar futuros projectos que nunca se vêem a concretizar.
Não temos por hábito anunciar várias vezes e em vários períodos medidas que acabam por não se concretizar.
Mas posso garantir-vos que esta equipa e os funcionários da Câmara têm-se empenhado grandemente nestes primeiros meses. Internamente já se sente a mudança. E esta mudança em breve vai galgar os limites dos Paços do Concelho e atingir todo o concelho, do norte ao sul. É imparável a força tranquila da nossa governação.

O tempo é ainda curto. Mas já levámos a cabo um conjunto de medidas. Centenas de medidas levadas a cabo e que os figueirenses algumas já conhecem e outras que em breve sentirão os seus efeitos benéficos.
Para além das que já fui referindo ao longo desta intervenção, não posso deixar passar a oportunidade de citar mais algumas, medidas que considero o nosso “rosto” e que são verdadeiramente emblemáticas da nossa actuação:

- Concentração das instalações das empresas municipais Figueira Grande Turismo, Figueira Domus e Figueira Paranova num único espaço, propriedade da Câmara Municipal;
- Redução dos vencimentos e das senhas de presença nas empresas municipais;
- Redução do valor dos fundos de maneio;
- Constituição do Grupo de Trabalho para Apoio às Juntas de Freguesia;
- Novo modelo de Protocolos de Delegação de Competências nas Juntas de Freguesia com mecanismos de acompanhamento e avaliação em nome do rigor financeiro;
- Descentralização das reuniões de Câmara pelas Juntas de Freguesia;
- Preparação da candidatura ao QREN de um novo Quartel dos Bombeiros Municipais da Figueira da Foz;
- Preparação do Orçamento Participativo;
- Levantamento das necessidades em termos de obras das escolas do concelho e preparação dos projectos para a realização de grandes intervenções;
- Criação de um Grupo de Trabalho no âmbito da Estratégia Nacional para a Integração de Pessoas sem Abrigo;
- Conclusão do projecto da Plataforma Logística das Gândaras;
- Colocação on-line das plantas e processos do urbanismo – SIG – informação;
- Início do procedimento de elaboração do Plano de Pormenor da Costa de Lavos;
- Devolução da gestão do CAE ao pelouro da Cultura, com o apoio de uma companhia residente de elevado prestígio - Vórtice-Dance, a implementação da bilhética e a criação de uma nova agenda a custos reduzidos;
- A realização de programas sustentados de leitura e de teatro e iniciativas de incentivo à leitura;
- Elaboração dos projectos de Regulamento de Taxas e Regulamento de apoios ao Associativismo;
- Realização de acções de sensibilização para a reciclagem e separação com contacto directo;
- Celebração de Protocolos com empresas, escolas e associações locais em matéria ambiental;
- Implementação de um novo modelo de iluminação pública para redução de custos;
- só para citar algumas.

EM CONCLUSÃO:

Minhas Sras. e Meus Srs.

Governar uma câmara é um acto de elevada cidadania e de enorme responsabilidade. Governar em maioria simples, como é o caso, significa que o programa que apresentámos aos figueirenses e saiu vencedor das eleições é diariamente discutido e contrariado na sua aplicação.

É evidente que continuaremos a bater-nos até à exaustão na defesa das ideias, dos princípios e das políticas que mereceram o voto maioritário dos cidadãos do concelho. Chegámos aqui fruto da confiança dos figueirenses numa mudança de atitude e de políticas.

Esta sessão representa um sinal claro quanto aos novos rumos que a governação e o seu relacionamento com os cidadãos vai ter no presente mandato. Sem desprestígio nem menorização dos órgãos autárquicos em cujo seio se faz e debate a vida do nosso município, entendemos que uma respiração democrática saudável jamais deve esquecer aqueles para quem a sua acção se dirige e cuja comunidade é a razão de ser das instituições.

Este firme compromisso de trabalhar para a melhoria global das condições de vida, de perspectivas e de progresso da nossa terra, implica um sentido de responsabilidade que não se compadece com tácticas avulsas ditadas pelas circunstâncias do momento. A nós exige-se que tenhamos uma estratégia de médio e longo prazo e é isso que iremos cumprir. Os cidadãos da Figueira da Foz confiaram no meu projecto e eles sabem que tudo farei para não os defraudar.
À ventania do bota-abaixo das vozes que apenas criticam, sem nunca contribuirem com uma ideia ou uma atitude construtiva para os destinos do nosso Concelho, nós responderemos com uma acção governativa tranquila e séria, sustentada em propostas concretas e viáveis, com vista a colocar a Figueira no mapa das melhores e mais apetecíveis cidades portuguesas.

A democracia é por essência a diversidade de pensamento. Daí, ser desejável a diferença. Mas a democracia, ao ser o sistema politico mais aberto e livre de todos, implica também uma maior responsabilidade, por parte dos seus representantes eleitos.

No caso concreto da vida autárquica figueirense é fundamental que quem pensa diferente de nós perceba e saiba que o facto de ter perdido as eleições não lhe dá o direito de se desresponsabilizar da acção governativa do Concelho. O papel da oposição num executivo de maioria simples assume uma relevância enorme, pelo que não faz sentido comportar-se, nesse contexto, como se continuasse em campanha eleitoral e não houvesse uma Câmara e um Concelho para governar e umas dezenas de milhar de cidadãos que esperam o melhor das nossas capacidades e empenho.

O fomento de discussões estéreis, a criação de pseudo-polémicas ou factos politicos jamais fará parte das nossas preocupações. A nossa prioridade é pensar permanentemente na Figueira e nos figueirenses. E eles dificilmente entenderiam que desperdiçássemos tempo e energias em assuntos e com atitudes que em nada contribuem para a resolução dos problemas graves que o concelho enfrenta. Nunca nos desviaremos, pois, do nosso caminho, por muito que outros se esforcem em nos desconcentrar do nosso trabalho e dos compromissos que assumimos levar por diante ao longo dos quatro anos de mandato.

Conto com todos vós para a verdadeira mudança que o nosso Concelho exige. Juntos vamos conseguir.

Muito obrigado!"
 

 

Pérolas

 

Comunicação Social, Local e "Institucional"?...

... e o destilar de ódios e despeitos vários, novos e velhos.

 

 

 

Porquê?

Não sei,  mas, sendo tudo isto, directa ou indirectamente, pago pelos impostos de todos, vem-me à lembrança um dito popular:

 

... e, ainda, há quem dê  pérolas a porcos...

 

Anulação...?

 

...

 

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CÂMARA MUNICIPAL

REUNIÃO ORDINÁRIA

CÂMARA MUNICIPAL
Agenda da Reunião Ordinária de 15-06-2009

ORDEM DO DIA

7 - DEPARTAMENTO DE OBRAS MUNICIPAIS

7.3.7 - CONSTRUÇÃO DO NÚCLEO CULTURAL DE SÃO PEDRO - ANULAÇÃO DO
CONCURSO

 

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...

O pilar ...

 

 

Era uma vez um pilar , qual guarda avançada, aparecendo em todo o seu esplendor, isolado e à frente de todos os outros.Foto de João Pita

Só lhe falta a camisola amarela!

Será ele essencial?

Será ele estruturante?

 

O PDM, aceita-o?

 

O plano de urbanização regeitá-lo-á?

 

O fiscal viu-o?

 

O planeamento urbanístico contemplou o necessário passeio para a, sempre e  cada vez mais necessária, mobilidade pedonal?

 

Haverá espaço para o "abensonhado" - como diria Mia Couto -  passeio?

 

Nada disto existe e ... somos nós que estamos a ver mal?

 

Ou, tudo isto existe e ... será fado?

Foto de João Pita

 

Analogias

Quando alguém, não conhecido, nos trata por caro amigo, recorre ao simpático, mas estafado e gasto reforço positivo de nos "gabar" as qualidades intelectuais e, de imediato, nos pede para estarmos calados porque não compreendemos nada disto ... convenhamos que dá para desconfiar.

Dá para desconfiar e, simultaneamente, questionarmo-nos do incómodo causado.

 

O irónico é que, outros, no exercício da nobre função da causa pública para que foram eleitos, promovem e agradecem a plenitude da cidadania.

Esses, sim, entendem.

 

O auto-proclamado "meu caro amigo", ao contrário, não, não entende.

Parafraseando o eminente economista, porventura, por estar sentado a uma qualquer "manjedoura estadual" sinta na mera opinião de um simples cidadão uma qualquer azia, que lhe dificultará o processo degustativo.

 

A expressão exclamativa (ou imperativa?) "atire-se, homem!",  seria na minha terra substituida por uma outra, normalmente usada quando algum membro das companhas, por desleixo ou incompetência, não suscitava a confiança dos outros:

 

"CHÁPA-TE AO MAR, HOMEM!" 

 

A ponte e os peões (cont. 3)

 

As imagens seguintes são partilhadas com um pedido de esforço de atenção para o que, há algum tempo, foi tratado aqui, aqui e, também aqui

Foto de João Pita

  

O jovem e bonito casal caminhava a bom ritmo ... mas  pela via de rodagem com as viaturas a circularem em aproximação pelas suas costas. 

 

Foto de João Pita

 

 

 

Foto de João Pita

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foi então que entabulámos o seguinte diálogo:

 

- Bom dia! - digo eu sorrindo e mostrando a máquina fotográfica.

 

- Bom dia! - respondem-me algo intrigados, suados, mas simpáticos e bem dispostos.

- Como devem ter reparado acabei de lhes tirar duas ou três fotos.- e, apontando para a faixa de rodagem, continuei:

- Deu para notar que caminhavam em plena faixa de rodagem e estas fotos, se me derem a devida autorização, servirão para tentar sensibizar quem de direito para a situação anómala de esta ponte não ter a devida continuidade de mobilidade, em segurança para peões e caminhantes como vós.

Respondem-me prontamente e acenando afirmativamente:

- Esteja à vontade, achamos muito bem! - e, olhando um para o outro cúmplices, continuam:

- Lá atrás, antes de chegarmos à ponte grande, informaram-nos para caminharmos pela direita por causa da ligação à ponte nova e às rotundas.

- Achámos estranho, mas seguimos o conselho. Agora já começamos a entender - é que não há passeios.

- Pois é, - disse eu - se fossem pela esquerda como recomendam as regras do pedoneio, ainda seria pior. - e, apontando para o outro lado da estrada, continuo;

- Por aquele lado não teriam passeios, nem antes nem depois da ponte dos arcos e, lá adiante, teriam que galgar as baias e atravessar a via de rodagem, que seria deveras perigoso.

Olham à volta, assentindo e sorrindo respondem.

Foto de João Pita

 

- Pois é, ... são as obras que temos, paciência.

- Desculpem esta interrupção do vosso ritmo de caminhada. - digo eu afastando-me um pouco para que retomássem a  marcha.

- Boa caminhada e aproveitem bem que está um dia esplendido!

- Obrigado, - respondem quase em uníssono.

E retomam a sua caminhada.

Foto de João Pita

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Olha!!!

Afinal tiveram, na mesma, de galgar as baias de protecção.

Ele, que tem a perna mais longa ... porque, ela, mais pequenina, lá continua a caminhar sem protecção.

 

Á consideração de quem de direito!

 

 

O Homem do mar da Cova-Gala! .. É desta??

 

 

A idiossincracia do povo da Cova e da Gala está umbilicalmente ligada ao mar.

 

Foi pelo mar que aqui chegaram, à Cova d'oiro, nos idos tempos da década de 70 do século XVIII.

Foi no mar que os homens e, também, as mulheres deste povo forjaram o seu temperamento peculiar enquanto entidade colectiva.

 

Já alguém disse que ..."do mar emergem as raízes deste povo, dele se eleva a sua história".

 

Nem imaginam o quanto e porque concordo com esta frase que está, aliás, registada e gravada a bronze num elemento escultórico no largo da Alminhas.

 

Nos primeiro tempos da fundação os homens da Cova amanharam o mar nas árduas lides das artes da praia (modernamente designada xávega).

Desde as últimas décadas do século XIX e até  meados do século XX  temperaram com o sal do mar do Atlântico norte o suor desse esforço insano, que foi a epopeia da pesca do bacalhau à linha.

Na frota da Figueira da Foz  as companhas dos esbeltos lugres bacalhoeiros eram, na sua grande maioria, compostas por homens da Cova e da Gala.

Longos meses vogando em alto mar entregues a si próprios na solidão dos dóris, sentindo no rosto  o afago amargo da surriada, temendo pelo inebriante e desorientador nevoeiro da Terra Nova e Gronelândia, perspectivavam a viuvez das mulheres e a orfandade dos filhos.

 

Por tudo isto, unanime e orgulhosamente aceite pela população da freguesia de S. Pedro, se justifica que, há mais de doze anos, exista o projecto de perpétuar, em elemento escultórico, (vulgo estátua) a mémória do homem do mar da Cova-Gala.

 

A verdadeira homenagem a este homem do mar é na  freguesia de S. Pedro que deve ter lugar!

 

Com a dignidade que os nossos antepassados merecem!

 

Tenho receio que tal dignidade seja conspurcada pelos interesses de ocasião que os anos eleitorais  são ávidos em proporcionar.

 

O facto desta homenagem, - que vai ser paga por TODOS NÓS ao contrário do que alguns pensam,  - estar a ser tratada e gerida nos confins dos segredos mais envergonhados e nas brumas de complexos temores de pelágia desconfiança, não augura nada de bom.

 

A cultura, se não for partilhada e vivida pelas comunidades a que dizem respeito é e será sempre MENOR.

 

Como, há quatro anos, foi MENOR a cerimónia do hastear dos símbolos hieráldicos da freguesia de S. Pedro que,  por imposição de interesses e negociatas politico-partidário pseudo independentistas, foi transformado num "grandioso e de sucesso" comício de propaganda eleitoral e a que não faltaram, inclusivé, aspectos censórios.

Foto de João Pita -Local da homenagem ao pescador?

 

 

Foto de João Pita - Obras para a estátua do Pescador?

  

 

 

Seres decentes

 

 

Quando cumpria o seu segundo mandato, Ramalho Eanes viu ser-lhe apresentada pelo Governo uma lei especialmente congeminada contra si.

 

O texto impedia que o vencimento do Chefe do Estado fosse «acumulado com quaisquer pensões de reforma ou de sobrevivência» públicas que viesse a receber.


Sem hesitar, o visado promulgou-o, impedindo-se de auferir a aposentação de militar para a qual descontara durante toda a carreira.
O desconforto de tamanha injustiça levou-o, mais tarde, a entregar o caso aos tribunais que, há pouco, se pronunciaram a seu favor.
Como consequência, foram-lhe disponibilizadas as importâncias não pagas durante catorze anos, com retroactivos, num total de um milhão e trezentos mil euros.
Sem de novo hesitar, o beneficiado decidiu, porém, prescindir do benefício, que o não era pois tratava-se do cumprimento de direitos escamoteados - e não aceitou o dinheiro.


Num país dobrado à pedincha, ao suborno, à corrupção, ao embuste, à traficância, à ganância, Ramalho Eanes ergueu-se e, altivo, desferiu uma esplendorosa bofetada de luva branca no videirismo, no arranjismo que o imergem, nos imergem por todos os lados.
As pessoas de bem logo o olharam empolgadas: o seu gesto era-lhes uma luz de conforto, de ânimo em altura de extrema pungência cívica, de dolorosíssimo abandono social.

 

Antes dele só Natália Correia havia tido comportamento afim, quando se negou a subscrever um pedido de pensão por mérito intelectual que a secretaria da Cultura (sob a responsabilidade de Pedro Santana Lopes) acordara, ante a difícil situação económica da escritora, atribuir-lhe.

«Não, não peço. Se o Estado português entender que a mereço», justificar-se-ia, «agradeço-a e aceito-a.

Mas pedi-la, não. Nunca!»


O silêncio caído sobre o gesto de Eanes (deveria, pelo seu simbolismo, ter aberto telejornais e primeiras páginas de periódicos) explica-se pela nossa recalcada má consciência que não suporta, de tão hipócrita, o espelho de semelhantes comportamentos.
“A política tem de ser feita respeitando uma moral, a moral da responsabilidade e, se possível, a moral da convicção”, dirá. Torna-se indispensável “preservar alguns dos valores de outrora, das utopias de outrora”.
Quem o conhece não se surpreende com a sua decisão, pois as questões da honra, da integridade, foram-lhe sempre inamovíveis. Por elas, solitário e inteiro, se empenha, se joga, se acrescenta - acrescentando os outros.
“Senti a marginalização e tentei viver”, confidenciará, “fora dela. Reagi como tímido, liderando”.


O acto do antigo Presidente («cujo carácter e probidade sobrelevam a calamidade moral que por aí se tornou comum», como escreveu numa das suas notáveis crónicas Baptista-Bastos) ganha repercussões salvíficas da nossa corrompida, pervertida ética.


Com a sua atitude, Eanes (que recusara já o bastão de Marechal) preservou um nível de di - gnidade decisivo para continuarmos a respeitar-nos, a acreditar-nos - condição imprescindível ao futuro dos que persistem em ser decentes.
 

 

enviada por um amigo... dos antigos. Partilho-a convosco.

Crónica de
Fernando Dacosta

 

 

 

A ponte! ... e os peões? (cont.)

 

 

diário de Coimbra

Consideramos que o exercício da cidadania é, em primeira (e em segunda, terceira, etc...) instância, um direito.

Apesar disso deve ser entendido como um dever de cidadania o entendimento da causa (ou coisa) pública como um património colectivo que, mais tarde ou mais cedo, afectará a nossa vivência a nivel individual.

A maior ou menor qualidade dessa afectação depende, única e exclusivamente, da qualidade que colocarmos ao serviço da coisa pública e da forma como a entendermos como causa própria.

Pode esse exercício tomar variadas formas de actuação de acordo com as diversas apetências pessoais.

De entre as culturais, associactivas, desportivas, educacionais, de solidariedade social, etc, estará decerto este novel e interessante mundo dos blogues.

O exercício da função politica (nunca me referirei a carreiras) é, não por outro lado mas sim no seguimento do que atrás foi exposto, o culminar desse mesmo direito de cidadania delegado  através do voto e expresso na confiança pessoal de quem é eleito.

O dever de cidadania é, ao contrário do que alguns pensam, não uma dificuldade adicional, mas sim o aliado natural da função política.

A nossa cidade carece, mais do que nunca face aos desafios, de soluções equilibradas para a sua evolução futura em harmonia com; o ordenamento, o PU, as pessoas, a mobilidade, a qualidade de vida e a incontornável identidade (turistica?),  desse desiderato.

Ah, ... e o ambiente, quase me esquecia, sempre presente e tão importante. Apesar de alguns julgarem que o mesmo se limita a uma mera alteração de um nome assente numa, nem sempre visível, divisão territorial.

 

Saber que o conteúdo deste espaço poderá, de forma singela, contribuir para a segurança e a qualidade de vida das pessoas é, em si mesmo, uma satisfação.

 

Obrigado a quem, no exercício da sua função, entendeu o benefício desta sintonia.

foto: João Pita

 

Caravela Sagres St MManuela e Creoula

João Pita

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